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"A Era da Informação oferece muito à humanidade, e eu gostaria de pensar que nós nos elevaremos aos desafios que ela apresenta. Mas é vital lembrar que a informação -- no sentido de dados brutos -- não é conhecimento, que conhecimento não é sabedoria, e que sabedoria não é presciência. Mas a informação é o primeiro passo essencial para tudo isso."
Arthur C. Clarke

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Bom de ler! Epilepsia: A vida fora das sombras

Apesar de pelo menos uma em cada cem pessoas em todo o mundo ter esta condição, poucos admitem isso publicamente.

Primeiro, a pessoa perde a consciência e cai. Depois, fica com o corpo totalmente rígido. Por fim, começa a se debater sem nenhum motivo aparente. Uma crise epiléptica não dura mais que alguns minutos, mas as suas consequências podem repercutir para sempre. Ainda hoje, há quem acredite que epilepsia seja sinônimo de insanidade mental. Ou, pior, de possessão demoníaca. O próprio termo epilepsia, que vem do grego e significa "estar tomado", reforça essa tese.

"Quem já viu uma crise epiléptica fica assustado. E se pergunta: 'Como pode uma pessoa de uma hora para outra perder o controle e se debater daquele jeito?'. É por isso que o preconceito ainda é grande. Muitos assumem que têm diabetes e hipertensão. Mas poucos têm a coragem de dizer publicamente que têm epilepsia. Ainda vivem nas sombras", afirma o neurologista Li Li Min, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Na esperança de retirar os pacientes com epilepsia da escuridão, Li Li Min ajuda a divulgar, no Brasil, a campanha Epilepsia Fora das Sombras, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com a Liga Internacional contra a Epilepsia e o Escritório Internacional para Epilepsia. O objetivo é melhorar a aceitação, o diagnóstico, o tratamento e os serviços de prevenção contra a epilepsia em todo o mundo.

FOTOS: SHUTTERSTOCK / DIVULGAÇÃO

Mas o que causa a epilepsia? As respostas são muitas e incluem, entre outras tantas, tumores cerebrais, complicações na hora do parto e até sequelas de meningite. Em alguns casos, a epilepsia pode até ser prevenida. É o caso da neurocisticercose, uma infecção do sistema nervoso central causada pelas larvas da Taenia solium, conhecida como solitária. Medidas simples de higiene, como lavar bem os alimentos antes de ingeri-los, reduzem os riscos da infecção parasitária.

FOTOS: SHUTTERSTOCK / DIVULGAÇÃO



ILUSTRAÇÃO: HELTON GOMES



POR ANDRÉ BERNARDO - Viva Saúde

3 Diga uma coisinha!:

Iliane disse...

pois é..pois é!!!..o preconceito tá ai em nosso nariz mesmooooo!...o nome já diz tudo PRE...conceito!conceito estabeliecido por nada!sem conhecer!sem saber..no mundo em que vivemos cheio de tanto preconceito..é bom que as pessoas tomem conhecimento de todas as doenças e diferenças existentes no mundo..pode acontecer com qualquer um!e..em que lugar fica o tal do preconceito?´..o certo na vida é :aceitação!!isso sim!!!..a gente numca sabe quando algo bate e entra em nossa porta e em nossas vidas..bela reportagem..bjus

:.1Brainwashed.: disse...

Adorei a reportagem, so adiciono que se a pessoa tiver mais de 2 crises em seguida deve-se chamar a ambulancia pq corre risco de morte.

Fernanda disse...

Meu marido desde que casamos ja teve duas crises, e no inicio de nosso namoro ele ate quis terminar comigo por causa das crises e eu nao aceitei, eu tenho certeza de que ninguem pede para nascer com nenhum tipo de problema e que se exisre amor podemos sim superar juntos todas as dificuldades.
estamos com sete meses de casados e á tres meses ele deu a primeira crise no primeiro momento fiquei assustada, mas depois com calma fiz tudo que pude para ajuda-lo na hora da cre=ise, dois dias atras ele deu nova crise e desta vez eu pude reagir com mais calma e tranguilidade e fazer todos os procedimentos cabiveis para sua recuperação..
tenho falado disto com ele como algo que nao me fere em nada e que este problema nao mudara em nada o nosso amor e tenho percebido a aceitação dele quanto a este dificuldade...

Fernanda Rodrigues
Nilopolis