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"A Era da Informação oferece muito à humanidade, e eu gostaria de pensar que nós nos elevaremos aos desafios que ela apresenta. Mas é vital lembrar que a informação -- no sentido de dados brutos -- não é conhecimento, que conhecimento não é sabedoria, e que sabedoria não é presciência. Mas a informação é o primeiro passo essencial para tudo isso."
Arthur C. Clarke

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Hortas urbanas.

Cultivos-interiores

As hortas de aproximam da cidade, e as pessoas querem estar mais ligadas aos alimentos que consomem. Com o aumento do interesse, designers de todo o mundo estão criando formas inovadoras de cultivar plantas comestíveis em espaços fechados.

Aqui você confere três abordagens interessantes de cultivo doméstico.


Sistema-de-cultivo-y-compost-interior-1
Imágenes: Alexander Giesemann.


Skyfarm-balcon
Imágenes: Manuel Dreesmann.

Vertical-garden-bottles-sao-paulo-1
Imágenes: Rosenbaum.

Fonte >http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br

segunda-feira, 28 de maio de 2012


Que belo e intenso início de semana...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

7 perguntas sobre os Florais de Bach.


Reestabeleça o equilíbrio emocional e previna doenças com a terapia que conta com medicamentos à base de essências de flores


Descubra como essências de flores podem melhorar sua vida
Foto: Getty Images

Desenvolvidos em 1936 pelo médico inglês Edward Bach, os florais ganharam fama nos anos 80, quando a medicina alternativa entrou em alta novamente. Obtidos de plantas silvestres, os florais são utilizados como terapia complementar, melhorando o bem-estar e reestabelecendo o equilíbrio das pessoas. Para conhecer um pouco mais sobre a prática, preparamos as respostas para algumas das perguntas mais frequentes sobre o método. Confira:

1. Para que servem os florais?

Eles restabelecem o equilíbrio emocional quando há perturbações exageradas, mas servem, sobretudo, como terapia preventiva. Cada um dos 38 florais relaciona-se com um estado mental negativo, traço de personalidade, humor ou temperamento específico, como ódio, inveja, ciúme, culpa, intolerância, impaciência, comportamento egoísta, apatia e amargura. Essas perturbações podem desencadear doenças físicas, pois a saúde depende da maneira como encaramos os problemas da vida, segundo Edward Bach.

2. Como eles funcionam?

A força vital e curativa das plantas provoca as transformações. Eles curam não por ataque direto à doença, mas promovendo, por meio de vibrações sutis, a harmonia do corpo e o alívio do sofrimento.

3. O efeito pode ser psicológico?

Não. A prova é o uso bem-sucedido em animais e crianças. Pessoas irritadas, que normalmente não respondem a terapias de sugestão, melhoram com o tratamento.

4. Eles causam dependência ou provocam efeitos colaterais?

Não. Eles podem ser usados por pessoas de todas as idades e não há perigo de overdose ou efeitos colaterais.

5. Há risco de a terapia falhar?

Cerca de 75% dos pacientes melhoram muito, a ponto de não precisar mais de tratamento, mas 25% não reagem aos florais. Isso pode ser atribuído à incapacidade de quem os prescreve em identificar o floral adequado ou à falta de perseverança do paciente.

6. Por quanto tempo se deve tomar o floral?

Não há tempo determinado para o tratamento, como na medicina alopática. Quando o paciente melhora pode parar de tomá-lo.

7. É importante insistir no tratamento, mesmo sem resultado?

Os florais precisam ser tomados por pelo menos quinze dias. Se ocorrer algum progresso, mesmo que pequeno, é aconselhável manter o tratamento, acrescentando outro medicamento, se necessário.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O que a nova web é capaz de fazer.

Ajudá-lo a organizar sua vida por exemplo...

Você já quis ter o mesmo controle sobre chamadas telefônicas recebidas, que tem no e-mail? O GrandCentral - agora pertencente ao Google - fornece ao usuário um novo número de telefone e encaminha as chamadas para quaisquer outros números especificados pelo usuário.

Dependendo de quem faz a chamada, o usuário pode direcioná-la ao telefone do trabalho, de casa para o celular ou para todos ao mesmo tempo. O serviço também permite o direcionamento de algumas chamadas diretamente ao correio de voz - oferecendo diferentes mensagens dependendo da origem das chamadas - e que o usuário puxe os recados em qualquer browser. A vantagem mais interessante talvez seja o a possibilidade de bloquear permanentemente chamadas de qualquer pessoa ou spammer.

terça-feira, 22 de maio de 2012

É doce ou é joia?

Comida japonesa já virou rotina no Brasil, mas fala-se muito de sushi e pouco sobre os doces made in Japan. E eles são divinos. Talvez mais bonitos do que gostosos, é verdade, mas ainda assim precisam ser experimentados. A Toraya é a mais conhecida fabricante de wagashi (docinho tradicional) de Tóquio. Seus produtos são considerados alta gastronomia e é difícil, num primeiro momento, a gente saber se o que está à venda é doce ou joia. Os especialistas explicam que o doce japonês é feito para mexer com todos os nossos sentidos. É tudo lindo de morrer, com cores, formas e texturas que não estamos acostumados a ver no Ocidente. Os wagashi são feitos com pasta de feijão, usando muito pouco açúcar, ou seja, além de tudo as gracinhas não engordam tanto assim.

No Tokyo Midtown, um shopping bacanérrimo no bairro de Roppongi, a Toraya (Tokyo Midtown Galleria B1, 9-7-4 Akasaka, Minato) tem uma confeitaria, uma casa de chá e uma galeria, onde estão à venda doces para presente, lindamente embalados em caixas de madeira. A rede também tem lojas em Paris e em Beverly Hills. Eles sabem o que fazem: a marca foi criada no século 16.

Plantinha controlada.


A ideia é meio tapear as plantinhas, mas fica legal. Sabe quando as trepadeiras começam a crescer pros lados errados quando a gente quer que ela fique bonitinha de certa maneira para combinar com a decoração? A ideia do estúdio Kg é domar esse descontrole por meio de triângulos que são encaixados um aos outros no formato que a gente quiser. E elas, tadinhas, vão precisar acompanhar o movimento se quiserem dar uma esticada a mais.



O nome desse vaso moderno é Parramyd.

segunda-feira, 21 de maio de 2012