"A Era da Informação oferece muito à humanidade, e eu gostaria de pensar que nós nos elevaremos aos desafios que ela apresenta. Mas é vital lembrar que a informação -- no sentido de dados brutos -- não é conhecimento, que conhecimento não é sabedoria, e que sabedoria não é presciência. Mas a informação é o primeiro passo essencial para tudo isso."
Arthur C. Clarke
Dados do IBGE dizem que para cada 4 casamentos registrados, há uma dissolução. Afinal, o casamento e uma instituição falida?
Se não é falida, certamente há um rombo nele. Somos seres racionais
movidos por experiências emocionais. Quando sentimos algo, nos movemos
em busca disso. “Siga o coração”, dizem os mais sentimentalistas. Ora, sentimentos são volúveis e instáveis. Se tomamos decisões baseadas em algo instável qual é a probabilidade de acertarmos? Rara, muito rara.
A verdade é que se 75% das relações matrimoniais não
acaba em divórcio, em grande parte delas não vemos parceiros
inteiramente felizes. Sabe-se que muitos casamentos já terminaram para
os cônjuges mas são mantidos por N fatores -manter as aparências, cuidar
dos filhos, condição financeira insuficiente para viverem separados,
etc.
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Rainha, fada, fera ou curinga? No jogo amoroso, cada posição escolhida revela a negociação de poder entre pares e pode sim definir o tipo de relacionamento.
Negociante: Quanto mais clareza uma mulher tiver do que está disposta a oferecer numa relação e do que quer receber do seu par, melhor. A doação absoluta é uma utopia. A "moeda" varia (a expectativa pode ser obter uma demonstração de amor, uma ajuda prática, o reconhecimento etc.), mas o jogo se sustenta na troca e na possibilidade de acordos. Quem cobra demais fica chata e sufoca o parceiro. E quem encarna a boazinha, que tudo dá sem esperar nada... Uma hora se ressente e acaba pulando para a casa da vitima.
Vitima: Seu lema oculto: "Fui injustiçada e, portanto, você me deve o universo". Essa posição é muito inconsciente e trás ganhos secundários: a vitima fica no centro do mundo e faz com que o parceiro se sinta culpado pelas dores dela.Mas não se enxerga assim e se amargura, achando-se inferior. Só com terapia uma pessoa consegue sair desse lugar: Ou então o parceiro rompe a dinâmica abdicando de salvar a eterna sofredora.
Apaixonada: Posição deliciosa ou desastrosa, dependendo da situação. A paixão vitaliza, convida a jogar. O perigo está em depositar todas as fichas no outro, do tipo: "Vou morrer se ele olhar para mim". Tamanha entrega pode excitar o homem ou sufocá-lo. O segredo é acertar a dose. Em relações duradouras, esse encantamento deve ser cultivado, é necessário, e alimenta muito o amor.
Curinga: De excepcional mobilidade, essa posição pressupõe um grande trabalho interno. Só está disponível para quem tem discernimento do que é seu e do que é do outro (muitos casais fazem anos de terapia para chegar lá). A agilidade de curinga implica autoconhecimento, capacidade de se responsabilizar pelo que sente, percepção do parceiro e talento para brincar com os papéis masculinos e femininos. Se o homem estiver à altura, a jogada promete!
Escrito por Déborah de Paula Souza.