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"A Era da Informação oferece muito à humanidade, e eu gostaria de pensar que nós nos elevaremos aos desafios que ela apresenta. Mas é vital lembrar que a informação -- no sentido de dados brutos -- não é conhecimento, que conhecimento não é sabedoria, e que sabedoria não é presciência. Mas a informação é o primeiro passo essencial para tudo isso."
Arthur C. Clarke
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Há esperanças!




Dados do IBGE dizem que para cada 4 casamentos registrados, há uma dissolução. Afinal, o casamento e uma instituição falida?
Se não é falida, certamente há um rombo nele. Somos seres racionais movidos por experiências emocionais. Quando sentimos algo, nos movemos em busca disso. “Siga o coração”, dizem os mais sentimentalistas. Ora, sentimentos são volúveis e instáveis. Se tomamos decisões baseadas em algo instável qual é a probabilidade de acertarmos? Rara, muito rara.
A verdade é que se 75% das relações matrimoniais não acaba em divórcio, em grande parte delas não vemos parceiros inteiramente felizes. Sabe-se que muitos casamentos já terminaram para os cônjuges mas são mantidos por N fatores -manter as aparências, cuidar dos filhos, condição financeira insuficiente para viverem separados, etc.
By: http://floresnodeserto.wordpress.com/






Fonte: www.andrialindquistblog.com


Fonte: www.sarahculver.com


Fonte: www.kylehepp.com


Fonte: www.featherandstone.com.au


Fonte: www.jennydemarco.com


Fonte: www.blog.thebecker.com


Fonte: www.joeelariophotography.com


Fonte: www.carolineghetes.com


Fonte: www.msbridalguru.com


Fonte: www.stylemepretty.com


Fonte: www.sabado.pt


Fonte: www.heatherkincaid.com


Fonte: www.jpweddingphoto.com


Fonte: www.abryanphoto.com


Fonte: www.joielala.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Seu personagem no tabuleiro do amor.


Rainha, fada, fera ou curinga? No jogo amoroso, cada posição escolhida revela a negociação de poder entre pares e pode sim definir o tipo de relacionamento.

Negociante: Quanto mais clareza uma mulher tiver do que está disposta a oferecer numa relação e do que quer receber do seu par, melhor. A doação absoluta é uma utopia. A "moeda" varia (a expectativa pode ser obter uma demonstração de amor, uma ajuda prática, o reconhecimento etc.), mas o jogo se sustenta na troca e na possibilidade de acordos. Quem cobra demais fica chata e sufoca o parceiro. E quem encarna a boazinha, que tudo dá sem esperar nada... Uma hora se ressente e acaba pulando para a casa da vitima.

Vitima: Seu lema oculto: "Fui injustiçada e, portanto, você me deve o universo". Essa posição é muito inconsciente e trás ganhos secundários: a vitima fica no centro do mundo e faz com que o parceiro se sinta culpado pelas dores dela.Mas não se enxerga assim e se amargura, achando-se inferior. Só com terapia uma pessoa consegue sair desse lugar: Ou então o parceiro rompe a dinâmica abdicando de salvar a eterna sofredora.

Apaixonada: Posição deliciosa ou desastrosa, dependendo da situação. A paixão vitaliza, convida a jogar. O perigo está em depositar todas as fichas no outro, do tipo: "Vou morrer se ele olhar para mim". Tamanha entrega pode excitar o homem ou sufocá-lo. O segredo é acertar a dose. Em relações duradouras, esse encantamento deve ser cultivado, é necessário, e alimenta muito o amor.

Curinga: De excepcional mobilidade, essa posição pressupõe um grande trabalho interno. Só está disponível para quem tem discernimento do que é seu e do que é do outro (muitos casais fazem anos de terapia para chegar lá). A agilidade de curinga implica autoconhecimento, capacidade de se responsabilizar pelo que sente, percepção do parceiro e talento para brincar com os papéis masculinos e femininos. Se o homem estiver à altura, a jogada promete!

Escrito por Déborah de Paula Souza.