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Lembra do alho? Aquele temperinho em formato de dente, branco, com cheiro fortíssimo e presente em todas as cozinhas. Além dos atributos de tempero ele esconde segredinhos afrodisíacos e já era utilizado a milhares de anos pelos gregos, egípcios, romanos, chineses e japoneses.
Essa hortaliça que é parente da cebola tem muitos benefícios medicinais entre eles reduzir o colesterol e a pressão arterial, tem ação germicida, combate às infecções, possui antioxidantes e por aí afora. Os médicos romanos utilizavam o alho para o tratamento de infecções intestinais, problemas digestivos e impotência.
Mas vamos ao que interessa, seus atributos afrodisíacos, experimente acrescentar mais alho naquela saladinha de entrada, um molhinho de alho junto com um “tira-gosto”, busque mais receitas leves e esbanje no alho. Suas propriedades estimulantes ajudam contribui para um clima de sedução. E Fiquem ligados pois ainda darei aqui várias dicas com alho, por exemplo, como deixá-lo saboroso sem causar danos ao hálito.
Assado: pegue as cabeças de alho inteiras e com a casca e corte as pontinhas da parte de cima dos dentes. Acomode as cabeças em uma assadeira, tempere com um pouco de sal e azeite por toda a superfície. Acrescente ervas secas (orégano, tomilho e salsa) e cubra com um papel alumínio. Leve para assar em fogo médio (180ºC) por cerca de uma hora . “As ervas disfarçam o sabor mais forte do alho, que fica em consistência de purê, se desprende fácil da casca e adquire sabor levemente adocicado”, diz o chef. É bom para usar como guarnição para assados, patê para canapés e tempero para purês e molhos.
Confitado: em uma panela de fundo grosso, coloque os dentes de alho com casca e cubra-os com azeite. Cozinhe lentamente em fogo baixo por aproximadamente quarenta minutos. “O alho vai amolecer e aromatizar o azeite, que depois pode ser usado em saladas e refogados”, explica o chef. A mistura pode ser armazenada em vidro, na geladeira, por até três semanas.
Frito: “O segredo do alho frito é fazer e servi-lo na hora, para que não fique com sabor rançoso de gordura”, garante Rodrigo. Fatie os dentes de alho em lâminas finas ou pedaços pequenos. Frite em óleo quente em pequenas porções, sem deixar queimar. “Se bobear, ele passa do ponto e fica amargo”, completa.
Disfarçado: não gosta de mastigar o alho? Segundo o chef Rodrigo Oliveira, é possível dar à comida o sabor do alho sem, necessariamente, tê-lo por inteiro no prato. A técnica é esfregar um dente inteiro no fundo da panela. O mesmo pode ser feito com a carne ainda crua ou com o pão. “O alho é tão poderoso que o mínimo contato com outro alimento já é suficiente para deixar sua marca, por mais sutil que ela seja”, conclui.
Descascando segredos
O alho é da família do lírio e parente próximo da cebola e do alho-poró. É também conhecido pelo codinome de rosa fétida e cada cabeça (ou bulbo) geralmente contém de dez a doze dentes.
- na hora de comprar: prefira o alho fresco, com a cabeça inteira e a casca bem esticada. Quanto mais gordinhos e firmes forem os dentes, melhor.
- armazenamento: a geladeira não é a melhor opção para guardar as cabeças de alho frescas. O ideal é colocá-las em local seco para que mantenham o sabor e o aroma.
- para descascar facilmente: pressione cada dente de alho contra a lâmina da faca até que a casca se parta. Se preferir, deixe-os de molho na água por alguns minutos e seque os dentes antes de começar a descascá-los.
- prolongue a vida útil do alho: amassando os dentes com um pouco de sal, que é um conservante natural. O mesmo vale para o azeite, que depois de aromatizado com o alho pode ser usado em frituras e temperos.
- tire o cheiro das mãos: esfregando nos dedos um limão cortado ao meio. O leite também ajuda a neutralizar o odor.
- acabe com o mau hálito: mastigando dois ou três cravos-da-índia.

1 peça de lagarto com aproximadamente 1 kg
2 dentes de alho picados
2 pedaços de canela em casca
3 cravos-da-índia
1 xícara (chá) de vinagre
2 colheres (sopa) de margarina
1 xícara (chá) de cebola cortada em rodelas finas
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 xícara (chá) de vinho branco
1 xícara (chá) de água
Limpe a carne e faça furos com o auxílio de uma faca para que o tempero penetre. Em uma tigela, misture o alho, a canela, o cravo e o vinagre e despeje sobre a carne. Deixe marinar por, no mínimo, 12 horas. Em seguida, refogue a cebola na margarina, junte a carne que estava marinando, o sal e a pimenta-do-reino.Vire-a de vez em quando até que fique dourada por inteiro. Regue com o vinho e a água e deixe cozinhar, com a panela tampada, por 1 hora e meia no fogo baixo ou até que esteja macia. Vire de vez em quando para que o lagarto cozinhe por igual. Coloque-a em uma travessa e regue com o molho e as rodelas de cebola que ficaram na panela.
Fonte: Comidas e receitas IG.

Sites StereoMood e RainyMood compõem um mundinho sonoro só seu.
Você precisa terminar um artigo, escrever um e-mail importante, fazer um trabalho que pede uma atenção imensa. Enquanto isso, ao seu redor, o telefone toca, as pessoas conversam e a concentração vai ficando cada vez mais distante. Boa notícia: existem sites que ajudam a alienar você do mundo exterior e focar apenas nas suas tarefas, confira:
RainyMood - Não é ótimo poder entrar debaixo das cobertas para ler um livro, curtindo o som delicioso da chuva? Com este site, você pode fazer isso até nos dias mais ensolarados e secos. A chuva é fake, mas o barulhinho gostoso é super real: você se distrai e até esquece que não está chovendo de verdade.
StereoMood – O site cria um setlist que combina com o seu humor ou o momento do seu dia. Basta clicar em uma das diversas opções em inglês (“feliz”, “sonhadora”, “relaxada”, “solitária”, “escrevendo”, “jantar com amigos”, etc) que surge uma lista de músicas automaticamente, sem que você precise ficar escolhendo.
E ainda fica outra dica: ouvir os dois sites ao mesmo tempo. Clique na opção “it’s raining” do StereoMood e escute as músicas selecionadas para o som de chuva do RainyMood.
É só relaxar e curtir!
ALICE: Como? Como isso funciona? Como você foi capaz de fazer isso (...)? Dan tenta pensar numa desculpa. (...)
DAN: Eu me apaixonei por ela, Alice.
ALICE: Ah, como se não tivesse escolha? Existe um momento, sempre existe um momento [em que você avalia] "Eu posso fazer isso, eu posso me entregar ou eu posso resistir". Não sei quando foi seu momento, mas aposto que teve um. Vou embora.Dan bloqueia a porta.
DAN: Não é seguro lá fora.
ALICE: E é seguro aqui?
DAN: E as suas coisas?
ALICE: Não preciso de "coisas".
DAN: Aonde você vai?
ALICE:Desaparecer.
Reconheceu o diálogo acima? É de uma cena do filme Closer - Perto Demais. Nela, Dan (Jude Law) confessa à sua namorada, Alice (Natalie Portman), que estava tendo um caso - com Anna (Julia Roberts) - e tenta justificar. Ela retrata uma das dores mais cruéis da traição: imaginar aquele momento em que o homem da sua vida simplesmente esquece que você existe e se deixa envolver por outra mulher. Por que fez isso? Como foi capaz? Não pensou nas consequências? Já não me ama mais? Se no passado eles traíam por se acharem no direito de se divertir, hoje a questão é mais complexa (até porque essa "atividade" já não é exclusiva dos meninos). Tanto que tornou-se impossível generalizar e encontrar uma justificativa única para cem por cento dos casos de infidelidade. Há diversos mecanismos que fazem um homem pular a cerca.
Como ele é: Jovem, na faixa dos 20 aos 25 anos, quer aproveitar a vida ao máximo e pontuar - leia-se transar - com muitas garotas.
Sua frase típica: "Neste fim de semana peguei várias."
Por que decide trair: Está focado no próprio prazer e deseja mostrar aos amigos que é o bom. Mais do que sexual, seu objetivo é competitivo. "Por um lado, tem necessidade de fincar raízes; por outro, privilegia o fast love, o consumo rápido, que o satisfaz", diz o psiquiatra italiano Willy Pasini em seu livro Amores Infiéis - Psicologia da Traição (Rocco). Sua personalidade está em formação e a infidelidade é consequência disso.
Como age: Em seus relacionamentos clandestinos, geralmente não sente aquela paixão avassaladora. O sexo é feito de maneira mecânica, como num videogame. Pode dizer que está envolvido e, logo depois, sentir a mesma empolgação por outra.
Como ele é: Não está feliz em seu relacionamento estável - casamento ou namoro de anos -, mas também não tem coragem de terminar. Faz o tipo monogâmico. "Para ele, a esposa é, ou deve ser, tudo: amiga, amante, companheira, cúmplice", analisa Mirian em um livro. "Ela deve ser o equivalente a todas as mulheres do mundo, sem faltas ou vazios que poderiam ser preenchidos por outras. Ela é única, especial, plena, insubstituível. Apenas crises conjugais ou pessoais justificariam a presença de outra mulher, o que provocaria uma ruptura do casamento", completa.
Sua frase típica: "Minha mulher não me dá mais a mesma atenção."
Por que decide trair: Pode ser que o sexo com a oficial tenha se tornado escasso. Ou a paixão tenha acabado. E ele não consegue administrar a mudança de fase pela qual a relação está passando. "Depois de três anos, a dopamina (hormônio da base do desejo) é substituída pela oxitocina (hormônio da ternura), que desloca biologicamente o amor de um casal para sentimentos menos arrebatadores, como a ternura e o respeito pelo outro", explica Pasini. "Mas há homens e mulheres que não se contentam com o novo ritmo ditado pela oxitocina e pelo afeto. Têm necessidade de se sentir apaixonados e, por isso, seguem o coração", diz o especialista.
Como age: Com covardia. E se sente vítima da situação. Esconde a traição e fica nesse impasse até que a mulher descubra. Às vezes, deixa rastros de suas escapadas, pois, inconscientemente, prefere ser flagrado a tomar a iniciativa de assumir que não está satisfeito.
Como ele é: Tem a convicção de que o homem deve ter várias mulheres sempre. É o típico Don Juan. "Para ele, a infidelidade é decorrente de uma necessidade interior, da natureza masculina, e não está relacionada a nenhum problema do casamento", fala a antropóloga Mirian Goldenberg, autora de livros como Por Que Homens e Mulheres Traem? (BestBolso).
Sua frase típica: "O instinto do macho é a poligamia. Não posso ir contra isso."
Por que decide trair: Para viver fortes emoções sempre. "Há pessoas que costumo chamar de sensation seekers - caçadores de sensação -, que vivem na permanente busca de sensações excitantes, que exigem muito do casamento", conta Pasini.
Como age: Topa tanto sexo sem compromisso quanto casos duradouros. Gaba-se por saber fazer cada mulher se sentir única. Por estar confortável na posição de traidor, joga charme e pode ser considerado irresistível.
Como ele é: Casado, tem um discurso do marido cem por cento fiel. Vive uma relação estável, feliz, mas sente falta de um friozinho na barriga de vez em quando.
Sua frase típica: "Foi mais forte que eu."
Por que decide trair: Graças a circunstâncias propícias, para liberar uma vontade reprimida, se energizar. "Para alguns, hoje, trair é como tomar um comprimido de aspirina quando se tem dor de cabeça", compara Pasini. "É um divertimento excitante para a nostalgia conjugal, um ‘arrepio’ de erotismo e de novidade, o desejo de fugir à ‘realidade’ da realidade. Muitas traições advêm de um lapso de tempo tão curto que podem ser definidas como traições relâmpagos", comenta o psiquiatra.
Como age: Investe em transas casuais e se aproveita de situações passageiras, como viagens de negócios.
Fonte: Nova Cosmopolita
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Foto: Dulla
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Da Reuters
Um exame de sangue simples pode ser capaz de diagnosticar o mal de Alzheimer, disseram pesquisadores dos Estados Unidos na segunda-feira (13), numa descoberta que pode ampliar a detecção da doença.
"Um exame sanguíneo abre acesso a todos. Qualquer clínica pode fazer isso. Até enfermeiras de cuidados domésticos podem fazer"
O Alzheimer, a forma de demência mais comum que existe, afeta pelo menos 26 milhões de pessoas no mundo todo. Não há cura, mas o tratamento paliativo apresenta melhores resultados se for iniciado prematuramente.
Outras equipes já haviam descoberto um diagnóstico precoce a partir do fluido vertebral, o que exige uma punção na coluna, procedimento que pode ser doloroso. Além disso, empresas especializadas em diagnóstico por imagem estão concluindo os testes de novos agentes capazes de tornar as placas (lesões) cerebrais visíveis em tomografias, um recurso disponível apenas em centros especializados.
Um exame de sangue tornaria o diagnóstico muito mais simples, segundo Sid O'Bryant, do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Texas Tech, em Lubbock.
"Um exame sanguíneo abre acesso a todos. Qualquer clínica pode fazer isso. Até mesmo enfermeiras de cuidados domésticos podem fazer", disse O'Bryant, cujas conclusões foram publicadas na revista Archives of Neurology.
A doença atualmente é diagnosticada pelos sintomas, e só pode ser confirmada por exames cerebrais após a morte.
Segundo O'Bryant, tentativas anteriores de fazer diagnósticos do mal de Alzheimer pelo sangue se mostraram falhas.
O novo exame busca mais de cem proteínas e combina isso com informações sobre os pacientes, inclusive se eles são portadores de um gene de risco para o Alzheimer, chamado APOE4. Uma análise informatizada então estabelece o grau de risco do paciente.
"Nossa taxa geral de sucesso em detectar portadores do mal de Alzheimer é de 94 por cento. Mas o acerto total em classificar os que não têm o mal de Alzheimer é de 84 por cento" disse o cientista.
O próximo passo será ver se o teste pode prever quem irá desenvolver o Alzheimer. O teste do fluido vertebral parece ser capaz de fazer isso.
Um outro estudo na mesma publicação, liderado por David Geldmacher, do Sistema de Saúde da Universidade da Virginia, avaliou se o medicamento pioglitazone, usado contra diabetes, pode combater a inflamação que causa a morte de células cerebrais em pacientes com Alzheimer.
Geldmacher alertou que ainda é preciso aprofundar o estudo, e que pesquisas mais amplas com drogas da mesma classe não confirmaram nenhum benefício na terapia do mal de Alzheimer.
Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/exame-de-sangue-pode-detectar-alzheimer-afirma-estudo.html
